Compositor: Chao (Fr 2), Mauricio Luis Cortes Lopez
Me chamam de o sumido
Quando chega, já sumiu
Voando venho, voando vou
Correndo, correndo sem rumo
Quando me procuram, nunca estou
Quando me acham, eu não sou
Quem está ali, porque já
Fui correndo pra bem longe
Me chamam de o sumido
Fantasma que nunca está
Me chamam de o ingrato
Mas essa não é a verdade
Eu trago no corpo uma dor
Que não me deixa respirar
Trago no corpo uma sina
Que sempre me faz caminhar
Me chamam de o sumido
Que quando chega, já sumiu
Voando venho, voando vou
Correndo, correndo sem rumo
Me chamam de o sumido
Fantasma que nunca está
Me chamam de o ingrato
Mas essa não é a verdade
Eu trago no corpo um motor
Que nunca para de rodar
Trago na alma um caminho
Destinado a dar, nunca chegar
Quando me procuram, nunca estou
Quando me acham, eu não sou
Quem está ali, porque já
Fui correndo pra bem longe
Me chamam de o sumido
Que quando chega, já sumiu
Voando venho, voando vou
Correndo, correndo sem rumo
Perdido no século
Perdido no século
Século XX
(Quando chegarei) rumo ao XXI
(Quando chegarei) me chamam de o sumido
(Quando chegarei) perdido no século
(Quando chegarei) me chamam de o sumido
(Quando chegarei)
Me chamam de o sumido
Fantasma que nunca está
Me chamam de o ingrato
Mas essa não é a verdade
Eu trago no corpo um motor
Que nunca para de rodar
Trago na alma um caminho
Destinado a dar, nunca chegar
Me chamam de o sumido
Que quando chega, já sumiu
Voando venho, voando vou
Correndo, correndo sem rumo
(Quando chegarei)